A (r)evolução é aqui!

                A Olívia é o primeiro bebê que eu acompanho de perto e não faço questão de verificar o que as crianças da idade dela são capazes de fazer ou não. Talvez por este motivo, eu não me preocupe se ela execute determinada façanha com a idade da média dos bebês, nem crie expectativas a respeito da evolução dos acontecimentos na vida dela. Ela sentou, engatinhou e andou quando quis, sem grandes estímulos (e olha que a gente ouve um sem fim de palpites para acelerar o processo!). Começou a comer sozinha porque demonstrou vontade. Ainda não fala nada com a devida intenção (nem mamãe e papai), embora converse MUITO na língua dela. Não dorme a noite inteira e ainda vai bastante pra nossa cama. Mama muito no peito. Mas o que me espanta é quantidade de gente que, no exato momento em que vê a criança, logo solta uma pergunta para especular como anda a vida do bebê, mesmo que seja bastante visível que ela está bem e é bem cuidada. Já anda? Já fala alguma coisa? Dorme a noite toda? Ainda mama no peito? Já vai pra escolinha?

                 Claro que o interrogatório se estende à minha pessoa, e eu já tenho as respostas na ponta da língua para tentar responder o questionamento da pessoa educadamente e, ao mesmo tempo, não liberar informações que só dizem respeito à minha família. O fato é que, no fundo, eu agora entendo o porquê de tanta curiosidade acerca das conquistas dos nossos bebês. A cada dia eu presencio uma novidade diferente e não me canso de viajar no tempo até o dia em que ela chegou e me surpreender com evolução incrível que eu tenho a sorte de acompanhar de pertinho.

                Olívia só tem um ano e um mês e foram tantas primeiras vezes que, se eu for contar tudo, preciso de um lenço para aguentar tanta emoção: primeira vez que rolou, que sentou, que engatinhou, que balbuciou alguma coisa, que sorriu (essa tá no top 5!), que deu os primeiros passos e tantos outros pequenos grandes acontecimentos que nenhum dia passa despercebido e todo santo dia eu tenho novidades para contar.  Me sinto muito privilegiada por ter a possibilidade de acompanhar tudo isso e posso dizer que este período foi o mais intenso e de maior aprendizado que eu já tive na vida. A vontade que dá é de passar o dia observando essa revolução silenciosa (ok, às vezes nem tão silenciosa assim) que acontece aqui em casa e passa batida pelo mundo mas que, para mim, é tudo o que importa.

                Eu só sei que coração de mãe tem mesmo é que ser muito grande pra guardar todas estas recordações e muito forte para aguentar tanta emoção dessa enorme (r)evolução que acontece todos os dias! E por aqui ela só está começando…

 

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